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	<title>Ratio &#8211; Inteligência em sustentabilidade</title>
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	<description>Consultoria em Sustentabilidade Corporativa</description>
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	<title>Ratio &#8211; Inteligência em sustentabilidade</title>
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		<title>Principais ferramentas para o Mapeamento de Processos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 19:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O mapeamento de processos é uma prática fundamental para empresas que buscam aprimorar sua eficiência e qualidade operacional, além de organizar suas operações atendendo à governança empresarial. A seguir, vamos abordar um pouco das principais ferramentas utilizadas para realizar o mapeamento de processos nas empresas, mas antes é bom definir porque é tão crucial para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mapeamento de processos é uma prática fundamental para empresas que buscam aprimorar sua eficiência e qualidade operacional, além de organizar suas operações atendendo à governança empresarial.</p>
<p>A seguir, vamos abordar um pouco das principais ferramentas utilizadas para realizar o mapeamento de processos nas empresas, mas antes é bom definir porque é tão crucial para bons negócios:</p>
<ul>
<li>Melhoria da Eficiência: O mapeamento de processos permite identificar gargalos, redundâncias e ineficiências nas operações. Isso possibilita otimizar tarefas e recursos, reduzindo custos e tempo;</li>
<li>Qualidade Consistente: Com processos bem definidos, a qualidade dos produtos ou serviços tende a ser mais consistente, aumentando a satisfação do cliente;</li>
<li>Adaptação às Mudanças: O mercado está em constante evolução. Processos mapeados facilitam a adaptação rápida a novas demandas e cenários;</li>
<li>Transparência: O mapeamento torna os processos transparentes e compreensíveis para todos os membros da equipe, promovendo uma cultura de colaboração.</li>
</ul>
<p>Agora que sabemos dos benefícios, vamos identificar as principais ferramentas e conhecer para que servem:</p>
<ul>
<li><strong><em>Microsoft Visio</em></strong><strong>:</strong> O Visio é uma ferramenta amplamente utilizada para criar diagramas de processos. Sua interface intuitiva permite que você desenhe fluxogramas detalhados e documente todos os aspectos dos processos;</li>
<li><strong><em>Lucidchart</em>:</strong> Uma plataforma baseada na web que facilita a criação de diagramas de processos colaborativos. Oferece integrações com outras ferramentas empresariais, como o <em>Google Workspace</em>;</li>
<li><strong><em>Bizagi Modeler</em>:</strong> Uma ferramenta gratuita e de fácil uso que permite mapear processos de forma visual. Também oferece recursos avançados, como simulação de processos;</li>
<li><strong><em>Tallyfy</em>:</strong> Especializada em automação de fluxos de trabalho, a <em>Tallyfy </em>é uma excelente opção para mapear e automatizar processos de negócios. Oferece recursos de rastreamento e análise.</li>
<li><strong><em>io</em></strong><strong>:</strong> Uma ferramenta gratuita e de código aberto que permite criar diagramas de processos de maneira simples e eficaz. É uma escolha popular para equipes que buscam opções de baixo custo;</li>
<li><strong><em>Process Street</em></strong><strong>:</strong> Focado na automação de checklists e fluxos de trabalho, o Process Street é ideal para criar e executar processos de forma padronizada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mapeamento de processos é essencial para promoção da qualidade e da adaptabilidade das empresas. Escolher a ferramenta certa para essa tarefa é crucial. As opções mencionadas oferecem recursos variados para atender às necessidades de diferentes empresas. Ao adotar uma delas, a organização estará no caminho para alcançar a excelência operacional e se destacar no mercado.</p>
<p>E não se esqueça:  &#8211; “determinar lideranças e multiplicadores dos seus processos além de apoio incondicional da Alta Direção é o caminho mais curto para bons resultados.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernanda Ramaglia Silveira</p>
<p>Head de Processos, Meio Ambiente, Qualidade e Segurança do Trabalho</p>
<p>Linkedin: <a href="https://www.linkedin.com/in/fernandarsilveira" target="_blank" rel="noopener">linkedin.com/in/fernandarsilveira</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DIVERSIDADE: MAIS QUE UM DIFERENCIAL MERCADOLÓGICO, UMA QUESTÃO CIVILIZATÓRIA</title>
		<link>https://ratiois.com.br/diversidade-mais-que-um-diferencial-mercadologico-uma-questao-civilizatoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 18:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A B3, bolsa de valores de São Paulo, lançou em meados do mês passado o IDiversa B3, novo índice do mercado de capitais brasileiro que visa reconhecer o respeito e a valorização da diversidade de gênero e raça nos processos de gestão de empresas de capital aberto. Para serem elegíveis, as companhias devem ter, no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A B3, bolsa de valores de São Paulo, lançou em meados do mês passado o <strong><em>IDiversa B3</em></strong>, novo índice do mercado de capitais brasileiro que visa reconhecer o respeito e a valorização da diversidade de gênero e raça nos processos de gestão de empresas de capital aberto.</p>
<p>Para serem elegíveis, as companhias devem ter, no mínimo, uma mulher, uma pessoa negra ou uma pessoa indígena no Conselho Administrativo e na Diretoria Estatutária. Além disso, a representatividade de pessoas diversas dentro da empresa deve se destacar em relação ao setor ao qual pertence, permitindo que empresas sejam comparadas dentro de seus campos de atuação. Segundo a B3, a expectativa é que os critérios de elegibilidade se tornem cada vez mais rígidos com o passar dos anos.</p>
<p>A iniciativa de se oferecer aos investidores mais um referencial para se avaliar empresas à luz dos aspectos ESG (ambiental, social e governança), com destaque para a dimensão social dessa agenda é mais do que bem-vinda e vem a se somar com outras medidas do mercado de capitais do País voltadas a esse propósito, como a Instrução CVM 480/09, de dezembro de 2021, que obriga as companhias brasileiras a apresentarem, a partir deste ano, informações relacionadas à diversidade do corpo de administradores e empregados.</p>
<p>Não é ao acaso que o mundo corporativo em nível nacional e mundial vem dedicando cada vez mais atenção e recursos ao tema. Pesquisas de mercado e estudos acadêmicos têm ressaltado consistentemente a conexão entre diversidade e resultados superiores.</p>
<p>De acordo com uma pesquisa realizada pela <em>McKinsey &amp; Company</em>, empresas com maior diversidade de gênero têm 21% mais chances de superar a concorrência em rentabilidade. Além disso, a diversidade em equipes de liderança tem sido associada a uma tomada de decisão mais inovadora e abrangente, considerando uma gama mais ampla de perspectivas.</p>
<p>Para o EGAL – Centro de Equidade, Gênero e Liderança da Escola de Negócios da Universidade de Berkeley, Califórnia, o status quo nos negócios acaba por criar barreiras limitantes e prejudiciais para certas pessoas – relacionadas ao gênero, raça, orientação sexual etc. O mundo dos negócios tem, portanto, sua responsabilidade na perpetuação das desigualdades e os líderes empresariais devem ser parte da solução para enfrentar as desigualdades sistêmicas na sociedade.</p>
<p>O EGAL elaborou um <em>business case</em> sobre diversidade a partir da análise de mais de uma centena de artigos e relatórios científicos publicados ao redor do globo. Os estudos abordavam questões relacionadas à diversidade, como raça, gênero, idade, nacionalidade, orientação sexual, etnia, educação em diferentes setores e tipos de organizações.</p>
<p>Como resultado, os pesquisadores da EGAL consolidaram as principais conclusões daqueles estudos que evidenciaram que empresas que respeitam e valorizam a diversidade possuem:</p>
<ul>
<li>maior capacidade geral de reconhecer políticas/práticas internas prejudiciais, mitigar riscos e manter a conformidade legal;</li>
<li>maior acesso a mercados mal servidos / participação de mercado geral e melhor adequação do produto / mercado através de uma melhor compreensão das necessidades dos clientes;</li>
<li>maior satisfação no trabalho, menor rotatividade e maior engajamento dos funcionários por meio da criação de um ambiente mais inclusivo</li>
<li>capacidade ampliada das equipes de trabalhar juntas de forma mais eficaz por meio de maior inteligência coletiva, segurança psicológica e aprendizado mútuo; e</li>
<li>incremento na apresentação de patentes e novas ofertas de produtos devido a uma abordagem interdisciplinar para a resolução de problemas e abertura às contribuições de trabalhadores.</li>
</ul>
<p>Concluindo, a iniciativa da bolsa de valores brasileira em lançar o IDiversa B3, ainda que em seus estágios iniciais, é um passo importante na direção da promoção da diversidade e inclusão no mundo corporativo nacional e alinhada às melhores práticas em nível internacional. Favorece às empresas brasileiras tanto condições de percepção e de melhor compreensão da importância de se adotar práticas de diversidade, quanto para se colher seus benefícios tangíveis em termos de inovação, tomada de decisão e desempenho empresarial que apresentamos neste artigo.</p>
<p>Cabe, contudo, uma reflexão final: respeitar e valorizar aspectos relacionados à promoção da diversidade e da inclusão, mais que um benefício às condições de competitividade, como comprovado pelos estudos indicados, é um imperativo moral. Como costumo dizer, adotar na sociedade em geral e no mundo dos negócios em particular os mesmos princípios da &#8220;lei da selva&#8221; ou da &#8220;lei do mais forte&#8221; é um desperdício inaceitável frente os milhões de anos de evolução que conferiram ao ser humano sua inteligência. Assim, mais que um diferencial mercadológico é, sobretudo, uma questão civilizatória. Caminhemos!</p>
<p><strong>Wagner de Siqueira Pinto:</strong> <a href="https://www.linkedin.com/in/wagner-siqueira-19959624" target="_blank" rel="noopener">linkedin.com/in/wagner-siqueira-19959624</a></p>
<p><strong><em>Mestre em administração, certificado para conselheiro de administração – CCA- IBGC. Atua como consultor, mentor e professor em escolas de negócios em temas relacionados aos temas desenvolvimento sustentável e agenda ESG.  </em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="https://www.mckinsey.com/featured-insights/diversity-and-inclusion/diversity-wins-how-inclusion-matters" target="_blank" rel="noopener"><em>https://www.mckinsey.com/featured-insights/diversity-and-inclusion/diversity-wins-how-inclusion-matters</em></a></p>
<p><a href="https://haas.berkeley.edu/equity/industry/efl-knowledge-bank/business-case-for-diversity/" target="_blank" rel="noopener"><em>https://haas.berkeley.edu/equity/industry/efl-knowledge-bank/business-case-for-diversity/</em></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A AGENDA 2030 E A GOVERNANÇA NAS EMPRESAS</title>
		<link>https://ratiois.com.br/a-agenda-2030-e-a-governanca-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 18:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A noção de sustentabilidade que hoje permeia as discussões sobre ESG (Environment, Social and Governace) em todo o mundo, tem na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) uma poderosa aliada de gestão estratégica. A Agenda 2030 é composta por 17 Objetivos e 169 metas e adotam uma proposta global comprometida com as Pessoas, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A noção de sustentabilidade que hoje permeia as discussões sobre ESG (<em>Environment, Social and Governace)</em> em todo o mundo, tem na Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) uma poderosa aliada de gestão estratégica.</p>
<p>A Agenda 2030 é composta por 17 Objetivos e 169 metas e adotam uma proposta global comprometida com as Pessoas, com o Planeta, a promoção da Paz, da Prosperidade e com as Parcerias<strong>.</strong> A finalidade é buscar o real envolvimento dos setores público e privado para que todos possam contribuir e evoluir de maneira mais equilibrada.</p>
<p>Pois bem, supondo que o mercado já conseguiu absorver o conceito de sustentabilidade, a próxima etapa será entender o processo: o que fazer e como concretizar. O caminho parece claro e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), são metas para responder como iniciar a jornada.</p>
<p>A Governança nas empresas e seus conselheiros devem prezar pelas informações conectadas, via as novas demandas de consumidores, investidores e sociedade, sobretudo, amarradas ao propósito do negócio.</p>
<p>O plano é sustentar as práticas de gestão com empenho e enfrentar os desafios globais compartilhados em defesa da vida humana e do planeta. É hora de refletir o que veio para ficar e o que é passageiro, transformar o ESG em cultura e inserir os temas ligados à agenda pública, essencialmente àqueles que agregam valor ao <em>core-business da empresa</em>. Certamente, com o passar dos anos, os impactos industriais serão menores e os efeitos positivos maiores.</p>
<p>Por isso, falar de sustentabilidade é inserir os ODS como um dos temas mais relevantes da atualidade, fortalecendo os conselhos de administração e a governança corporativa.</p>
<p>Os investidores sabem o que isso significa. A ordem é atenção do quanto poderão correr o risco de perder o lucro futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Claudio Andrade</strong>: <a href="https://www.linkedin.com/in/claudiojandrade" target="_blank" rel="noopener">linkedin.com/in/claudiojandrade</a></p>
<p><strong>Mestre em Ciências da Comunicação e MBA em gestão corporativa. Certificado pela Global Reporting Initiative (GRI) e Relato Integrado (IRFS). CEO da Ratio Inteligência em Sustentabilidade</strong></p>
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