Inovação e adaptação

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Possíveis responsáveis pelos últimos abalos econômicos são apontados a todo instante. Quantas “caras” tem essa crise? Quero refletir sobre o fato que, ao mesmo tempo em que especialistas procuram razões para esse momento crítico ter se iniciado outros milhares de pessoas continuam criando tecnologias e desenvolvendo conhecimento.

Na verdade, para responder à questão inicial, temos que ter uma visão mais espacial. Isto é, um olhar, como de um diretor de arte ou roteirista, que junta textos e imagens para definir uma mensagem. Pensando assim, creio que muda nossa cognição sobre onde coloco foco de possíveis soluções: na causa ou na consequência.

Depois da crise tudo voltará ao normal, acho difícil, se o foco for nas consequências.

Graças aos bons ventos nossa consciência da realidade tem se expandido com grande velocidade e conquistado um grande número de pessoas e organizações.  Desta forma, incorporando práticas que evidenciam o investimento em tecnologia, inovando conceitos, criando propósitos de valor e aderindo aos novos modelos mentais, o que já há alguns anos conhecemos por sustentabilidade.

A crise da saúde impactou a econômica fortemente. Tirou o consumidor das ruas e o colocou nas redes virtuais, criando um novo cenário de relacionamento.

Essa novidade, sugere processos alinhados em torno disso não somente por parte da estruturação das empresas, mas essencialmente na capacidade de adaptação das pessoas.

As empresas terão de pensar nesses termos e adotar programas de ação que articule os novos atores, numa condição onde a tecnologia esteja atrelada aos serviços públicos também.

Finalizando, chamo atenção das universidades que devem desempenhar papel fundamental na ação cooperativa de capacitação profissional e desenvolvimento de tecnologias smart para as cidades, principalmente com mais inclusão e equidade.

 

Claudio Andrade

CEO Ratio

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